Minha Filha Diabética

Uma vida mais doce após o diabetes tipo 1!

Depô’s

Como uma associação e até mesmo a internet podem te ajudar! Depoimento de uma mãe! – Vanusa mãe de Rafaela de 6 anos

Luana, 4 anos, diabética há 3 !! 

Gisele, mãe do Bruno, 9 anos, diabético desde 07/2008

Felipe, 14 anos, São Paulo, diabético há 6 meses

Valdete, mãe do Luan e a descoberta do diabetes !

 Marcio Augusto Cavallari e tenho 18 anos (20/03/1992) sendo diabético há 14 anos.

 

51 pensamentos sobre “Depô’s

  1. De todo o depoimento me apeguei a este trecho:
    “Sobre minha família, minha mãe fez ATÉ enfermagem por mim, meu pai segue a vida normalmente DO LADO DELA e eu com eles. Sou grato a tudo que me ajudarAM e chorarAM pelo choque.”
    Chamou minha atenção.

  2. Demais , Parabens ! felicidades para você e sua linda filinha bjoooooooooooos

  3. Prezada,
    não é fácil conviver com o diabetes, principalmente, quem é portador do tipo 1, que, por exemplo, é o meu caso. Realmente, é uma tarefa árdua controlar os índices glicêmicos. No entanto, tenho a certeza de que, juntos, e trocando nossas experiências, poderemos viver mais e melhor. De toda forma, estou convicto de que, em breve aparecerá, com as bençãos de Deus, uma cura para este mal. Aproveito a oportunidade por ter adicionado meu blog aos seus contatos.
    Um abraço à você e à sua família, Paulo H. Azeredo Nascimento, Belo Horizonte, Minas Gerais.

  4. Meu nome é Alessandra sou mãe do Iago de 6 anos diabético desde agosto de 2006, realmente não é fácil controlar o diabetes principalmente em crianças,essa semana me falaram :”Ele nem parece ter diabetes, ele é uma criança ativa, alegre ,esperto “até de mais kkk ” ,
    Eu respondi ele é assim pq todos o tratamos igual aos nossos outros filhos que não têm diabetes , não escondemos alimentos dele explico á ele o que ele pode comer e o que não pode, tratamos a diabetes de forma natural , ele fala sem nenhum constrangimento “eu tenho diabetes”.

    • Eu não entendo que imagem as pessoas fazem de uma criança diabética. Elas se espantam que são crianças alegres, ativas e mto mais saudaveis que muitas outras crianças por aí!!

      Seja bem vinda Alessandra…. troque experiências com a gente… vc já tem aí 4 anos de bagagem cuidado da diabetes do seu filho!!!

      Até mais
      Um beijo

  5. Olá pessoal, trabalho na escola da Vivi e tenho adorado o blog. Li hoje essa matéria, mas acredito que vcs já sabem de alugma coisa a respeito. Mesmo assim achei interessante reforçar…

    http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4533876-EI238,00-Labrador+avisa+menina+diabetica+quando+taxa+de+acucar+se+altera.html

    Beijos

    Hérika

  6. Posso claramente entender seu caso. Me chamo Marcelo, sou pai de 3 filhos (2 meninas e 1 menino). Uma das minhas filhas, a Júlia, de 4 anos também tem diabétes. Minha esposa e eu descobrimos a mais ou menos 1 ano e meio. Ela também teve de ficar 12 dias internada até que a situação dela se regularizasse. Hoje em dia a Júlia convive com a doença normalmente. Minha esposa deixou de trabalhar para se dedicar totalmente a ela. Estamos a cada dia que passa procurando nos aprimorar mais para que ela tenha uma vida normal.

    abraço

    Marcelo Leroy

  7. Olá Nicole!!
    Sou Carolina, Mãe da Júlia, 4 anos e diabética desde de 1 ano de idade…
    Adorei seu Blog e já o estou seguindo e coloquei também um link dele lá no meu Blog (www.jujubadiabetica.blogspot.com)…
    Muito bom poder trocar experiências dessa forma, não é?!?!?!
    Estarei sempre por aqui para “doar” um pouco de minha experiência e receber um pouco da de vcs também…
    um beijo!!!!

  8. Olá pessoas!
    Olha, sinceramente não sei se medo de hipoglicemia passa com o longo do tempo. Acho que é igual a medo de barata, de rato, de escuro, de injeção, de andar de montanha-russa… algumas pessoas perdem totalmente o medo enquanto outras aprendem a enfrentá-lo da melhor forma possível. Eu por exemplo já não faço ESCÂNDALO qndo vejo uma barata. Porém sempre tenho um Spray anti-insetos ao alcance além de dedetizar a casa periodicamente. Ou seja, me previno. Mas – em caso extremo – se eu tiver que tascar a minha linda sandália de prata em cima da cucaracha não vou hesitar. E com as hipos aconteceu a mesma coisa, me previno. E também aprendi a identificá-la (os sinais mudam, especialmente quando as hipos são frequêntes). Morei totalmente sozinha por 4 anos depois de formada, e nunca tive nenhum episódio de hipo grave, meu cérebro acabou criando mecanismos de defesa como a identificar hipoglicemias noturnas. Minha glicemia já chegou a 32 e eu estava consciente, me movimentando e disposta a me alimentar (com esse valor eu já deveria estar em coma). Já fui pro México provar uns tacos com guacamole, já fui pro meio do nada em Jericoacoara no Ceará, já experimentei um caldinho de sururu em Salvador e nas viagens que fiz meu medo maior era ter um piriri (e ter que ficar no banheiro ao invés aproveitar o passeio) . Acho que a única coisa que deixei de fazer com medo de hipos foi ir na Oktoberfest de Blumenau kkkk mas acho que foi uma decisão sábia. OK, melhor deixar essa conversa pra daqui uns anos. Abraços a todos e se cuidem.

  9. Olá pessoal.
    Sou mãe de Léo, 4 anos, e tem duas semanas que descobrimos que ele é diabético. Estou meio perdida com relação ao lanches que ele pode fazer, embora já tenha orientação nutricional. O aniversário dele é dia 15 de outubro e estou procurando receitas de salgados e bolo de chocolate que ele possa comer se alguém puder me ajudar eu agradeço. Abraço e força para todos.

  10. Maria Vitória e Nicole

    As fotos estão lindas. Foi muito bacana ter vocês prestigiando a ADJ e o Dia Mundial do Diabetes.
    Muitos Beijos

  11. Texto: Daisy Monte (Jornalista)*

    Colega diabético, nós temos algo em comum. Fazemos parte de uma estatística nacional de 17 milhões de brasileiros diagnosticados com a doença onde o pâncreas não produz insulina. Esse número equivale a 10% da população do Brasil. Segundo os estudos científicos europeus, outros 40 milhões de brasileiros estão na faixa de risco de tornar- se diabéticos após os 50 anos de idade. São números significativos e alarmantes que o nosso governo não enxerga. O descaso como nossa população diabética é total. Somos ignorados. O Brasil ocupa a 9ª posição no ranking mundial.
    A Lei Federal de número 11.347 de 27/ 09/2006 “Dispõe sobre a distribuição gratuita de medicamentos e materiais necessários à sua aplicação e à monitoração da glicemia capilar aos portadores de diabetes inscritos em programas de educação para diabéticos”. Essa lei é simplesmente ignorada. Quem depende da distribuição gratuita da medicação por parte do governo enfrenta filas e nem sempre obtém resultados. Diabéticos diariamente vão aos postos de saúde, enfrentam filas e lá recebem a insulina humana (NPH), a mais comum e mais barata e ainda sim, a falta é rotineira. Somos órfãos de políticas públicas em todos os níveis federal, estadual e municipal.
    Em alguns casos os nossos pâncreas são preguiçosos, ou seja, funcionam lenta e improdutivamente. Em outros ele não cumpre o seu papel e nos deixam glicosados. Os dois casos precisam sofrer reposição de insulinas via oral ou injetável. Os portadores desse equipamento defeituoso DM-I e DM-II (Diabetes Mellitus tipo 1 e Diabetes Mellitus tipo 2) são pessoas consideradas fora do padrão normal de saúde. Mas lembrando a dupla, Caetano Veloso e Gilberto Gil “… de perto, ninguém é normal”, ainda resta esperança. Ponto para eles que acertaram na frase. Ponto para nós que somos conhecedores da nossa deficiência e vamos em frente.
    Num supermercado, diante de tantos produtos para mim proibidos, comentei com uma amiga sobre a minha deficiência. Ela pareceu nem ouvir. Todo o tempo ela era cumprimentada pelas gentes que passavam, pois como médica famosa é conhecida por meia cidade. Final das compras ela rompeu a indiferença diante dos meus lamentos e disse: “Viu todas essas pessoas que me cumprimentaram? Pois bem, fiz um levantamento mental e, com exceção de duas delas, todas tomam algum tipo de medicação. Portanto, você é como elas, um ser especial, que sabe se cuidar e se capacita para viver bem!”
    De início fiquei chocada diante da lógica fria e racional, mas logo digeri a sentença, abri os olhos para o mundo que estava ali e decidi que queria usufruí-lo da melhor maneira possível. E lá se vão 20 anos! Enfrentei meu tratamento, comecei a estudar o assunto e a conhecer meu metabolismo. Importante era procurar viver com qualidade. O meu lema de vida passou a ser: sou normal porque conheço a minha deficiência e assim posso administrá-la. Nós diabéticos, temos nossos médicos para nos tratar, mas quem nos cuida somos nós mesmos. Nós diabéticos temos que ser independentes de outras pessoas no cuidar da nossa deficiência.
    A minha deficiência em produzir insulina, me fez ser uma mulher disciplinada e organizada.
    Cumprir horários de medicação e de alimentação foi determinante no processo de cuidar-me. Meus horários de refeições – seis ao dia são sagrados e não me atrapalham em nada. As pessoas do meu convívio diário são sabedoras dos meus limites e dos meus horários e muitas vezes me alertam para algum cuidado a mais. Diabetes requer isso: atenção e cuidado. Nada mais. A medicação é cara, controlada e sobre isso o Brasil precisa planejar e executar políticas públicas de atendimento aos portadores dessa doença. Afinal somos em número significativos nas urnas.
    Sou especial, e tiro proveito disso. Por ser assim, adocicada, é que me desdobrei no cuidado da minha saúde e resultou numa figura mulher que está sempre em dia com o que o mundo chama de vaidade. Por ter que cuidar do meu pâncreas ajudando-o a trabalhar, por ser disciplinada e consciente das minhas restrições é que aprendi a cuidar melhor da minha pele, do meu cabelo, dos meus pés, das minhas unhas, dos meus dentes, dos meus olhos… Por dentro e por fora. Sou profissional, dona de casa, mãe três vezes… Devido à disciplina, estou sempre pronta para qualquer programa.
    Anos após o papo no supermercado, agradeci aquele dito que me fez mudar o roteiro da minha vida e como resposta ouvi mais um ensinamento: “O médico é como o amigo, só é creditado quando lhe é dado ouvidos. Você é que me ouviu”. Espero que você, colega diabético, entre no seu infinito interior e reflita. Lá moram as fraquezas, mas ao lado delas também moram a decisão e a coragem para enfrentar essa ou outra doença qualquer. É só deixar que essa dupla lidere a comissão de frente e a vida de cada um será digna de sucessos e de vitórias. Encare-se como tal e faça valer a sua condição de especial. Cuide-se.
    O ato de injetar-me não me incomoda. Faz parte da rotina dos hábitos de higiene. Acho chique não beber, não fumar e comer com parcimônia! Em programas gastronômicos, a alimentação restrita e a água bebida são focos de atenções: todos disputam pagar minha conta! Na cozinha arraso nas receitas de sobremesas e docinhos diet! Nunca saí do peso ideal para minha altura! O item mais difícil de ser cumprido é o exercício físico. A rotina da academia não se tornou permanente. Entre idas, vindas e retornos, fica tudo na promessa. Mas eu chego lá, afinal, “… de perto ninguém é normal…”

    * Mãe de três filhos já adultos, diabética (Mellitus 1) há 20 anos e de bem com a vida! Nenhuma complicação pelo menos até agora! Escrevo essa carta para os colegas diabéticos que se acomodam na ignorância da doença sem interesse em conhecê-la e encará-la. O desconhecido é que nos remete ao medo. O medo nos leva às complicações e ao descaso e esse, à morte prematura. O conhecimento da doença nos permite colocá-la sempre sob o nosso comando. A cada dia digo: “Olá amiga, bom dia! Vou à frente e você se mantenha onde está. Quem comanda a minha vida sou eu!”.

  12. Ah, Nicole,
    Se todas a crianças diabéticas tivessem uma mãe igual a você
    ou pelo menos tivessem por perto alguém com sua garra,
    com sua consciência, com seu amor,
    o mundo seria muito melhor e mais feliz,
    o diabetes talvez nem mais existisse,
    a cura talvez já tivevesse sido encontrada
    (um dia chegamos lá).
    Parabém, pela sua luta, mãe forte, mãe guerreira!

  13. Cara daisy ,
    Achei lindo você dizer “A minha deficiência em produzir insulina, me fez ser uma mulher disciplinada e organizada. ”
    Mas acho que você é assim independente da deficiência. Eu diabética há 20 anos não fiquei disciplinada por causa dela. Mas vou seguir o seu conselho e colocarei a diabetes sob o meu comando. Suas palavras me foram muito úteis. Obrigada.

  14. Olá Nicole,

    Temos muitas coisas em comum,tenho duas filhas a Maria Clara (13 anos) e a Maria Eduarda (3 anos). A Maria Clara tem DM1 e como consequencia é insulino dependente desde 24/07/2007…A descoberta foi um SUSTO IMENSO, eu tinha acabado de sair de uma histerectomia no pós cesarea da Maria Eduarda que me custou 10 dias de UTI e numa visita de rotina ao pediatra pedi alguns exames para Maria Clara,pois achei que ela estava muito magrinha (eu pensando que era por conta da chegada da irmãzinha…);e assim foi…. a glicose de 490!!!!!Não é fácil…é uma luta diária…mas agradeço á Deus todo dia por ter nossa filha do nosso lado….corajosa.lutadora,linda e saudável!!!
    Amei seu blog,com certeza vou estar sempre nele,tá???

  15. Nicole querida fiquei tão emocionada quando com seu blog e tão ansiosa por dividir com vc minha história que acabei me esquecendo de dizer alguns detalhes importantes…..me perdoe…
    Somos de Campinas-SP,sou assistente social em uma empresa de grande porte e meu marido coordenador da área de compras de uma multinacional em São Paulo (viaja todo dia…).Toda nossa vida e estrutura familiar esta em Campinas e região.Atualmente a Maria Clara faz contagem de carboidratos nas refeições….são em média 6 destros por dia para calcular ajustes de insulina ultra rápida a cada refeição e antes de dormir atualmente 50 unidades da lanthus.
    Meu marido e eu montamos uma planilha para anotar os controles glicêmicos,desta forma fica mais fácil visualisar como “estamos indo”no dia a dia e na hora de repassar os dados para a Endo que acompanha a nossa filha fica muito fácil e rápido.
    Peço a Deus pelas nossas filhas sempre e por todos que lutam como nós e tenho certeza que isso nos da forças para enfrentar nosso cotidiano que (sabemos) não é fácil!!!!um beijinho no coração e até e próxima.

  16. Oi Nicole eu sou de são pedro da aldeia,rj sou mãe de 2 finhos o Vítor de 14anos e Letícia de 4 e ela que descobrimos a 22dias que ela é DM1 ,amei ter emcontrado o seu blog pra me informar mais a cada dia sobre tudo isso.vou sempre consultar o blog pois tenho muitas duvidas.E é otímo ter um lugar pra saber mais e compartinhar essa situação ,áte chamei a Letícia pra ver o blog e mostrei a foto da vivi e cotei a história da sua finha pra ela é bom saber que outras crianças tb estão na mesma situação que ela.obrigada.bjs

    • Seja bem vinda Edvania !!!!!
      Me procure no facebook, MInha Filha Diabetica SP, temos um grupo mto legal lá de bate papo, várias mães… outra recém diagnosticada de 5 anos como vcs, há 30 dias!!!

      Escreva sempre e nos conte mais sobre a Letícia!!

      beijos

  17. Oi Nicole! Mil perdões por não ter me apresentado antes! Estava lendo esta página e vi várias mães se apresentando, tudo bonitinho… ai que vergonha!

    Bom, sou casada, moro em Foz do Iguaçu/PR, desde 2008, aí no ano seguinte, quando ainda estava me adptando com a mudança, nossa filha (única), Letícia, na época 9 anos, apresentou sinais de puberdade precoce, aí resolvi marcar uma consulta com o pediatra dela em Campo Grande-MS (onde sempre moramos), já que não conhecia os médicos de Foz p/ investigar o que estava acontecendo. Ele pediu um exame geral de sangue. Aí vem o mais interessante: quando vi um asterisco do lab. bem na glicemia em jejum de 126, perguntei a ele se havia algum problema e ele me disse que NÃO era importante. Mas como eu já iria mesmo consultar com a endo. Dra. Adriana Milagres (anjo que caiu do céu p/ nós), por conta do ooooutro assunto, tudo ficou esclarecido:
    Ao receber os exames pedido pelo pediatra, ela viu a glic. em jejum de 126 e disse que era SIM importante e que deveria investigar melhor. Aí ela pediu um moooonte de exames… quando veio o resultado e confirmou que era DM1, a endo disse que a doença havia começado há poucas semanas e não houve tempo de aparecer os sintomas, até a médica ficou espantada. Agora imagine eu! parecia que o chão havia saído dos meus pés! Nem conseguia mais raciocinar e nem conseguia ouvir o que ela dizia…. Agora, depois da tempestade toda, estamos aqui firmes e fortes, graças a Deus. A Lê está super bem e estamos naquela rotina de medir, aplicar, contar carboidratos, etc. Ah! quanto a pub. precoce, tá tudo bem, não era nada importante.

    Bom, é isso… agora, estou seguindo seu blog e estou adorando!
    Trocar experiências é uma forma de evoluirmos cada vez mais em todos os sentidos !

    Beijos

    • Que bom, descobriram no comecinho…
      E que tem um anjinho de médico cuidando de vcs.
      A cabeça pira mas a gente dá conta.
      Damos conta de tudo, por isso fomos escolhidas pra ser mãe dessas doçuras!!

      Beijo

  18. Oi Nicole! Fiquei diabética aos 19 anos (hoje 26), e foi muito importante pra mim a atenção que minha mãe e toda minha família dedicou a mim.
    Todo esse carinho e cuidado que vi você ter com sua filha, vai fazer toda a diferença na vida dela, não só na forma como ela irá encarar a diabetes como também as dificuldades que a vida traz.
    Adorei o blog!! Parabéns pela mãe que é, e pelas lindas filhas que tem, a Vivi é um doce.

    Abraços

  19. oi nicole,
    amei seu blog! tenho uma filha ,ana leticia,com 8anos,usuaria de bomba com monitorização continua há tres anos, moro numa cidade pequena no sul de minas e não tenho contato com outras familias que tambem utilizam o sistema de infusão.
    com certeza a bomba é um excelente recurso,minha filha usa as 24 basais disponiveis no aparelho e se tivesse mais seria otimo!
    mesmo com todos os recursos ,o desafio de manter a glicemia estavel é enorme!
    Observo que o fator CRESCIMENTO é o mais dificil! não tem como prever qual o horario que o organismo vai “precisar” de mais insulina! então a glicose fica mais alta no mesmo horario alguns dias e a medica vai fazendo os ajustes.
    Isso acaba alterando o resultado da hem glicada…( fica em 7.8)
    fico sonhando com a bomba automatica! vai ser bom demais
    bj

    • Oi Maria Luiza! Que bom te conhecer!!!
      Fiquei contente em saber que vc, numa cidade pequena, colocou a bomba de insulina na sua filha pequena.
      Aqui em SP os pais tem medo, e dão a desculpa de que o filho é mto novo!!
      Acredito que a melhor idade pra adaptação é a infancia! Qto mais novo mais rapido se adapta, não é???

      Apareça mais vezes, conte suas experiências!!
      Qual bomba ela usa?

      Beijo

  20. oi nicole,
    olha a hora! são duas da manha e eu acabei de dar insulina pra ana leticia, teve uma hiper(350) acredito que a basal da meia noite tá precisando aumentar….
    ana usa a bomba medtronic.
    ela foi diagnosticada em set 2007 ,tentamos todas as insulinas ,de varias formas e fazia pequenas hipos todos os dias…ate que fez duas hipos graves com desmaio e convulsão
    o medico da região encaminhou para bh,pois ele não trabalha com bomba
    em julho de 2008(ela tinha cinco anos) fizemos o teste drive e foi muito cansativo pois o ajuste das basais sem o uso do sensor é mto mais complicado
    ligava pra enfermeira e pra medica toda hora .
    quando o controle melhorou e observamos que as microdoses da bomba estavam melhorando as hipos pedimos para o governo, foi outra novela .Mas deu certo! Depois de um tempo que fizemos a troca da bomba comum para a de medição continua e ajudou muuuito ,pois ela tem uns alames para avisar quando a glicemia ta subindo ou descendo rapido e tambem o grafico do visor que mostra qual momento que a basal deve ser alterada.
    a professora na escola ja auxilia bem e ana ja sabe corrigir sozinha( ainda não conta os carboidratos sozinha,mas vai chegar lá)
    UMA DICA: apanhei muito com peq bolhas que ficam na mangueirinha da bomba.!!!Sempre que completamos a insulina (nos domingos) fico de olho…desconecto a bomba do corpo o olho toda a extensão da mangueira contra a luz e sempre tem uma infeliz ,dou uns petelecos na propria mang. e quando ta pertinho da saida jogo fora na pia fazendo um enchimento fixo(aquele para encher a canula no dia da troca)As vezes na segunda ,ate na terça encontro algumas.
    a glicemia ja abaixou ,agora vou dormir.Se precisar de mim ,passa email bj

  21. oi , aqui é a Ana Letícia filha da Maria Luiza que mandou um depoimento ontem. Se vc tiver webcan e microfone eu gostaria de conversar com a Vivi pelo msn.A minha bomba tem sensor , tenho 8 anos e uso desde os 5 anos, minha irmã tem 15 e chama Marina ,ela já mora em varginha .Eu acho que não é nada facil ter que usar bomba pq na aula o aparelho apita toda hora e todo mundo grita APITOU!!!!!!!!!!!!!! , na hora do recreio ele não apita se ele apitasse eu teria que subir até a sala dos professores.Hoje é dia de trocar a canula, acho melhor usar na parte de baixo das costas porque na barriga ficava muito marcado. Minha mãe mandou fazer umas cintas rosa ,amarela, jeans para combinar com a roupa que estou usando.
    Ter diabetes é um pouco chato,mas dá pra ser feliz bj Ana Letícia.

    • Oi Ana !! que bom receber seu recado!!!

      Tenho camera sim e msn, me adicione nicole_lagonegro@hotmail.com
      tenho skype também, é só procurar Nicole Lagonegro

      Que horas vc estuda?? Vamos marcar um dia pra vcs conversarem, ok???

      Um beijo linda, e parabéns, viu!!! Ja ja ninguém mais ouve esse apitos !!!

  22. oi nicole,
    ana estuda a tarde,um bom horario para as duas conversarem seria a noite
    la pelas 8:00 ? pode ser?
    como esta a adaptação da vivi? com certeza as crianças tem capacidade de adaptação muito melhor que os adultos! principalmente quando estão rodeadas de carinho e amor!bj

    • Pode ser sim, umas 19h30?? Pas ás 20h30 elas ja vão dormir…
      Se bem que pode ser numa sexta, que tal??? Aí nao tem q dormir tão cedo
      Vamos marcar essa sexta, amanhã as 20h.
      Me passa os contatos de vcs pra eu adicionar
      acho q o melhor seria skype, vc usam? meu msn tá dando pau e nao abre, vou tentar instalar uma versão mais antiga
      beijo

  23. pode ser hoje 19:30 ,pois amanha temos aniversario de uma coleginha
    o msn de ana é ana.leticia2002@hotmail.com

  24. estamos no msn e não estamos conseguindo encontrar você

  25. Oi Vivi,to brincando de polly,vc gosta tambem?Minha irmã disse que ia criar minha irmã diabetica mais não sei se vai dar.Vc pode entrar no msn hoje?Vc recebeu a cinta e o colam de balle?Beijos Ana Letícia

  26. SOU A MÃE DA SOPHIA(06 ANOS,DIABETICA),DESCOBRIMOS TEM 04 MESES,APESAR DE SER TEC DE ENFERMAGEM NÃO TINHA EXPERIÊNCIA NENHUMA EM DMTIPO1,FICAMOS MUITOS SUPRESOS COM O DIAGNOSTICO E COM O NOVO ESTILO DE VIDA QUE A SOPHIA PASSARIA A TER.
    NA ESCOLA FOI BEM COMPLICADO NO INICIO,MUITA HIPOGLICEMIA, ELA ESTÁ NA LUA DE MEL,MUITA INFORMAÇÃO PARA ESCOLA E TODOS DA FAMÍLIA.INSULINA,TESTES HGT,ALIMENTAÇÃO..
    SOPHIA AGORA ESTÁ BEM,A MÉDIA DA SUA GLICEMIA FICA EM TORNO DE 120.
    ADOREI SEU BLOG E AS INFORMAÇÕES SÃO BEM IMPORTANTE,NESSE MOMENTO QUE TUDO AINDA É NOVIDADE.BJS

    • Que bom que gostaram !! Sejam bem vindas e volte mais vezes…
      Me procure no facebook, no perfil Minha Filha Diabetica Sp
      Assim mantemos contato, tem um grupo de bate papo sobre diabetes mto bom…
      beijo

  27. Oi Nicole nós asistimos a partisipação de vcs foi ótimo pena que falou-se pouco da DMtipo1, meresia mais explicações ,a Leticia tava ansiosa pra ver a Vivi na televisão e achou ela diferente,aqui no seu blog é tudo mais explicado, a Letícia tem ficado com a glicose muito alta a tabela dela do mes de abril foi um horror e tb ela tem crises de broquite desde de quando comesou o tratamento ainda não ficou com a glicase ideal 120 ela toma insulina NPH,obrigada por tudo beijos em todas.

    • Sim, na tv é tudo mto rapido, não dá pra ficar explicando, né!!
      Talvez precise mexer nas doses pra melhorar os controles, já falou com o médico??

      Beijo

  28. Oi Nicole tb?Eu quero tirar uma duvida com vc pra me associar a ADJ pela a internete é gratuito?E como faço pra participar do abaixo assinado dos medicamentos e insumos? Aqui na minha cidade eu tive que entrar na justisa pra tentar conseguir os insumos da Letícia, ainda não tive resposta da justisa tudo é muito dificil mas vou a luta pelos direitos dela.Bjs.Obrigada.

  29. Oi Nicole. Sou a Jussara, mãe da Nathali de 10 anos que é diabética desde os 6. Descobrimos a doença em 2006 por acaso, num exame de urina de rotina. Foi um susto por que vc como mãe se pergunta: O que eu fiz de errado? Por q com minha filha? Enfim, até não `aceitarmos` a doença essas perguntas são constantes nos nossos dias e , principalmente, nas madrugadas de choro e muita angustia.
    Até que um dia vc acorda desse pesadelo real e vê que sua filha está procurando no olhar da mãe a segurança q ela precisa pra viver uma vida q apenas está iniciando e vc decide arregassar as mangas, parar de se lamentar e questionar a Deus e fazer tudo o que vc pode por aquele serzinho q vc colocou no mundo.
    Deixei meu cargo de administradora em uma empresa aqui em SC e me dedico até os dias de hoje a minha única filha. Vi as glicemias se estabilizarem no ideal acompanhando e preparando suas refeições, fazendo natação juntamente com ela, enfim, somos uma só.
    E assim, traçamos juntas uma tática para vivermos bem com a diabetes. A doença sob controle nos possibilita termos uma vida normal e feliz.

    Nicole, por favor, se possível eu gostaria q vc me as despesas mensais com os insumos da bomba, pois, a médica de minha filha a indicou para Nathali nesta fase dificil da puberdade em que os hormonios estão a flor da pele.

    Um grande beijo pra vc, sua família e em especial a doooce Vittoria

  30. Oi Nicole tudo bem, me chamo Gabriel tenho 14 anos ,e fasso o mesmo tratamento que a Vivi faz, e gosto muito do tratamento. Vocês pegam os ensumos pelo estado? bjos gosto muito de seus videos

  31. sou de Goiânia e tbm pego

  32. Nicole, eu adorei seu blog perfeito

  33. Bom dia!! Sou mãe de um menino diabético… ele tem 9 anos, diagnosticado diabético dês de 1 ano de idade!! Ele hoje usa Lantus, e não consigo gratuito pelo estado!! Sou de São Paulo capital, é muito difícil no começo, mas agora ele esta bem, Graças a Deus!! Adorei o blog, parabéns!! bjoos

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