Minha Filha Diabética

Uma vida mais doce após o diabetes tipo 1!


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Diabetes no TV XUXA dia 10 de novembro 2012

Pois é !!!

Nesse encontro que rolou no Rio, a produção do TV XUXA esteve lá, com o ator José Loreto, o Darkson, da novela Avenida Brasil, que tem 28 anos e diabetes tipo 1 desde os 15. Usa Lantus e Novorapid! Perguntei!!!

Duda, José Loreto e Vivi

Ele entrevistou as mães e as crianças durante o encontro e esse vídeo, que ficou ótimo por sinal, vai passar no TV XUXA. No  programa ela conversa com a Paula Toller, a vocalista do Kid Abelha, filha de diabético tipo 1, diagnosticada aos 47 anos e também uma médica, uma educadora em diabetes, ambas DM 1 e o ator José Loreto.

A entrevista com os profissionais acabou falando mais dessa mistureba que as pessoas fazem entre o tipo 1 e o tipo 2 e diversos mitos que existem em torno do diabetes e um projeto dessa médica pra quem já tem complicação oftalmológica.

O que salvou o programa pra nós, pais de crianças DM1, foi o vídeo feito no encontro. Ficou perfeito!!!

Não percam!

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Diabetes nas Escolas – Record Notícias – 22/03/12

A materia ficou super interessante e mostrou  bem como as coisas variam de uma escola pra outra…

Clique no link para assistir ao vídeo no site da Record.

Projeto prevê profissionais em escolas para atender crianças com diabetes


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Reportagem no Jornal da Tarde – 17 de Março

Diabete na escola 17-3-2012 – Clique aqui para ler a materia em PDF com as fotos!!

Entrevista também com a Carol ( http://jujubadiabetica.blogspot.com.br/ ) e a Sarah ( http://eumeufilhoeodiabetes.blogspot.com.br/ )

No site.

Na capa do jornal:

http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/escolas-nao-sabem-lidar-com-a-diabete/

Escolas não sabem lidar com a diabete

  • 16 de março de 2012 |
  • 23h22 |

Categoria: Saúde

MARIANA LENHARO

Quando começou a frequentar a escola, com 1 ano, Julia Ehrhard tinha acabado de receber o diagnóstico de diabete. A escola, a princípio, concordou em participar dos cuidados especiais com a menina, que hoje tem 5 anos. Mas a mãe dela, a arquiteta Carolina Lima Fernandes Ehrhardt, notou que a filha sempre voltava das aulas com níveis incompatíveis de glicemia.

Constatou que os funcionários não seguiam suas orientações e até deixavam a garota repetir o lanche. Julia, assim como centenas de crianças diabéticas do País, precisa de uma série de cuidados, como medições frequentes de glicemia, aplicações diárias de insulina e controle rigoroso da alimentação.

A situação é ainda mais importante no caso das escolas integrais, cada vez mais comuns, em que os alunos passam muito tempo no local. Mas não é fácil, dizem os pais, encontrar escolas que aceitem dividir com a família o controle da doença.
“A gente vê um grande medo de se tornar responsável pelo controle desse aluno.

“Normalmente, a mãe acaba indo à escola na hora do intervalo, mede a insulina, dá o lanche”, diz a nutricionista Maria Izabel Homem de Mello, da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ). A endocrinopediatra Denise Ludovico observa que, mesmo se a criança não precisar medir a glicemia nas aulas, o colégio tem de redobrar a atenção e verificar qualquer sinal de hipoglicemia, que pode levar ao coma. Além disso, deve avisar aos pais sobre lanches diferentes.

A família do garoto Igor Nunes Freires, de 9 anos, conta que também enfrentou dificuldades. Quando foi diagnosticado com a doença, aos 7 anos, sua mãe, Sarah Rubia Nunes Baptista, explicou à escola a nova rotina. A professora que, no início anotava os valores da glicemia no intervalo, com o tempo deixou de fazê-lo. Nas ocasiões em que Igor precisava receber insulina, Sarah tinha de ir ao colégio.

Com o tempo, a professora de Igor passou a achar que os frequentes pedidos para ir ao banheiro eram mera desculpa para não fazer a tarefa. “Ele dizia que era uma sessão de tortura ter que ficar segurando o xixi enquanto prestava atenção”, diz a mãe. Um dos sintomas da diabete é justamente ter muita sede e mais vontade de urinar. Além disso, como a escola proibia celulares, Igor era impedido de avisar sua mãe sobre alterações de glicemia.

Para evitar problemas como esses, os especialistas recomendam que, antes de matricular a criança, os pais conversem com a coordenação e verifiquem a disposição em colaborar. Mesmo quando a criança adquire certa autonomia e aprende a medir a glicemia – o teste é feito por um aparelho portátil – é tarefa de um adulto fazer as contas para verificar a quantidade de insulina a ser injetada, levando em consideração a quantidade de carboidrato ingerida a cada refeição.

Hoje, tanto Julia quanto Igor encontraram, finalmente, escolas que dão suporte às necessidades trazidas pela diabete. O colégio novo de Igor, por exemplo, aproveitou o caso para explicar aos alunos sobre a doença. “Houve aceitação da turma toda. Eles sabiam o que era, isso foi importante para evitar preconceitos”, conta Sarah. A nova escola de Julia também abraçou a causa: a própria professora se encarrega de medir a glicemia.

Já a professora Nicole Lagonegro, mãe de Maria Vittoria, de 8 anos, teve sorte ao escolher a escola da filha. “Disseram que tinham outras crianças com restrição alimentar e que fariam de tudo para ajudar”, elogia. A professora assumiu a função de controlar a glicemia e aplicar a insulina. Na hora do lanche, as crianças comem dentro da sala para que haja mais controle e só depois vão para o pátio.


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Diabetes tipo 1 na revista CLAUDIA !!!

É isso aí, pessoal. Na edição de Natal, capa azul com a Claudia Raia, tem uma reportagem muito legal sobre Diabetes Tipo 1 em crianças e a história de 3 docinhos! A Rafa, o Kenzo e a Vivi !!! Não percam!!

Revista CLAUDIA - DM1 - Dezembro 2011