Minha Filha Diabética

Uma vida mais doce após o diabetes tipo 1!


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E como anda o rodízio dos dedos na hora de medir a glicemia??? #diamundialdiabetes

 Aqui, nós não temos nenhum esquema pra lembrar os dedos que já foram usados e qual seria o próximo. Principalmente porque às vezes sou eu que furo, às vezes ela. Eu não tenho como saber sempre. Mas eu costumo perguntar: – E aí Vivi, qual dedinho vai agora? Qual não furou ainda? E assim nós vamos rodiziando!

Eu sei que ela prefere o dedinho e o dedão. Diz que são os que doem menos. E detesta usar o indicador, diz que é o que dói mais e incomoda quando ela escreve!

O ideal é furar os ladinhos dos dedos e não o meio, onde tem a digital! Com o tempo, os diversos furinhos podem formar cicatrizes e bagunçar sua digital! E nesse mundo moderno, onde daqui a pouco usaremos as digitais pra tuuudo, não dá pra vacilar.

Alguns orientadores dizem que o ideal também seria evitar o uso do dedão e do indicador para medir a glicemia, já que são nossos dedos mais usados e podem ficar doloridos causando algum desconforto.

Você também pode usar um dedo pra cada medição, tipo, dedinho pro café, anelar pro almoço, médio pro lanche, indicador pro jantar e o polegar antes de dormir. É uma opção. No dia seguinte, usa a outra mão.

Olha aí! São 20 locais!!

Cada um vai ter um jeitinho aí de resolver essa questão!

Compartilhe o seu! Como você faz?

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[EVENTO BENEFICENTE – SP] Tá na hora do lanche!!!

Que tal comemorar o dia das crianças de um jeito diferente?

O Grupo de Mães e Amigos da ADJ – Diabetes Brasil organizou um evento muito legal. As crianças vão preparar três receitas na cozinha enquando seus pais batem um papo com profissionais da saúde sobre como controlar a glicemia das crianças na escola!

E maaais!!! As crianças que participarem ganharão a pastilha GLICOFAST pra experimentar!!!

Para se inscrever, basta fazer o depósito do valor referente a quantidade de pessoas que irão, mandar o comprovante com nome dos participantes, telefone e email pra contato pra algum dos emails citados aí na imagem e aguardar confirmação!

*Razão Social: Associação de Diabetes Juvenil – ADJ
CNPJ: 43.567.809/0001-02

Banco: Bradesco
Agência: 2979-3
Conta Corrente: 650-5


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[Vídeo] Veja como fazer seu ‘amigo’ diabético!

Fizemos um vídeo do amigo diabético da Vivi, depois que a Duda ganhou o dela, Vivi ficou morrendo de vontade de ter o dela.  O vídeo ficou com 12 minutos cheio de conversas e risadas, mas quando terminei, percebi que estava sem som… 😦

Mas não tem problema. Fiz uma adaptação com uma linguagem bem infantil que é pras crianças verem mesmo e de 12 minutos, viraram quase 3 !!! Claro que será difícil delas fazerem sozinhas, mas fica de incentivo pra elas participarem e se interessarem mais pelo o assunto. Aproveitem pra conversar sobre o rodízio no local da aplicação. Sempre é bom tentar lugares novos. Sei que eles são resistentes mas é por uma boa causa!

Pensei numa música que não tirasse a atenção e mantesse a criança calma e atenta ao vídeo. Espero que funcione!

Quem fizer, me manda uma foto depois. Foto da criança (se quiserem), do bichinho (ou boneca) e uma breve história pra eu publicar aqui no blog.!

ps. O ideal é cola pra tecido mesmo, mas… na falta, vai cola quente mesmo.


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[LANÇAMENTO] Portal ‘De Bem Com a Vida’ – Roche – Accu-Chek

SIM !!! Agora nós temos mais um lugar de confiaça pra buscar informação sobre diabetes!!! Portal De Bem Com a Vida !!

Lá, vocês encontram informação sobre os produtos Accu-Chek, sobre o tratamento, entende mais um pouco sobre diabetes e seus diferentes tipos, novidades, dicas de nutricionistas, educadores físicos, médicos e o mais legal de tudoooo…

Eu e a Carolina Lima, Mãe da Jujuba, vamos dividir uma coluna chamada: MÃES EM AÇÃO, onde, assim como já fazemos com nossos blogs, compartilharemos nossas experiências e de nossas filhas sobre nossa convivência – bem harmoniosa por sinal – com o diabetes!!! Não deixem de nos visitar lá também!!


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“Só existem dois tipos de diabéticos, os vivos e os mortos! “

Mamães, que assim como eu são os pâncreas de seus filhos, podemos colaborar e muito pra que nossas crianças cresçam sabendo a importância de se cuidar. Não desistam, peguem no pé, sejam exigentes e firmes. Não dizem que é de menino que se torce o pepino? Pois então… eis a chance.

Fonte:

http://www.unidospelacriancadiabetica.com.br/hotsite/depoimentos_2.php

Ricardo Sampaio Fernandes
Nascido em 22/02/1955
Diabético tipo 1 diagnosticado em 22/02/1960

Em 1989 com 34 anos, surge uma retinopatia não proliferativa tratada com laser.
Em 1991 se torna proliferativa, degenerativa e fui desenganado quanto à visão. Fui para Boston me tratar na Joslin e na Retina Association, onde também se constatou uma nefropatia significativa… Foi feita uma pan fotocoagulação.
Me apavorei! Com 35 anos em plena ascendência profissional e desenganado!

De onde deveria vir esperanças só apareciam “tijoladas”, o mais renomado endocrinologista sugeriu que comprasse uma bengala branca e me preparasse para hemodiálise.
Em um misto de revolta e espanto comecei a pensar na estrutura do problema. Estudei muito. Consultei e conversei com todos e tudo que estivessem ligados a pesquisa de patias diabéticas.
Não demorou em perceber que a única coisa a se fazer era exatamente a única que poderia ajudar. Controle absoluto da doença!
Minha revolta com os médicos me afastavam deles, mas me aproximava das pesquisas. Essas eram bem claras no sentido que o controle deveria surgir da imitação do funcionamento do pâncreas pelos meios disponíveis.
Foi o que fiz, comecei a imitar o funcionamento de um organismo não diabético. Só me alimentava fazendo glicemias e corrigindo sistematicamente. Eram 4 aplicações de NPH, 8 de R, além de 10 glicemias pelo menos! Alimentação fixa, sempre a mesma quantidade de calorias por dia.

Hoje isso tem até nomes, chamam de bolus, basal e contagem de CHO… Utilizei os mesmos princípios em 1991!
Comecei a surpreender os médicos! Primeiro as patias se estabilizaram e começaram uma regressão lenta e progressiva. Hoje elas inexistem, desapareceram…
Em 2004/5 ainda existiam vascularizações na minha retina, embora discretas. Fui incentivado por uma amiga e endocrinologista a utilizar a bomba “injetora” de insulina.

Foi um significativo salto na qualidade do meu tratamento. Tudo que fiz no passado baseado em suposições, hoje faço apoiado por fatos!
Estou vivendo a doença ao contrário! Primeiro por desleixo desenvolvi todas as patias e agora estou conseguindo regredá-las.
A duras penas, entendi uma coisa que deixo para vocês:

Só existem dois tipos de diabéticos, os vivos e os mortos! Acontece que existem muitos diabéticos mortos que ainda estão vivos, mas é só uma questão de tempo. Não há para onde correr…