Minha Filha Diabética

Uma vida mais doce após o diabetes tipo 1!

Diabetes Infantil e suas fases emocionais

8 Comentários

(Passei por todas!)

Fonte: http://www.portaldiabetes.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=2439

A criança aceita as limitações do diagnóstico por ser ainda o centro das atenções e, muitas vezes, superprotegida pelos pais. Só com o tempo a criança percebe que limitações, como comer doce, cuidados com os pés, aplicação da insulina diariamente, são irreversíveis. Para a criança é difícil associar a picada da agulha à obtenção de bem-estar físico. Assim, o diabetes é sentido como punição, ou seja, a injeção adquire conotação de “castigo” por algo feito. Os pais, por outro lado, no momento do diagnóstico, acabam sentindo-se culpados, por acreditarem haver transmitido o diabetes para o filho, e neste caso, tendem a relacionar o diabetes com transmissão genética, como se tivessem “gerado errado o filho”.

Na evolução da doença, é importante ressaltar que tanto os pais quanto a criança passam por algumas fases bem características:

Negação: agem como se não existisse o diagnóstico, ou seja, continuam com os mesmos hábitos alimentares, não fazem uso da insulina, alegando uma série de justificativas, atuam como se estivessem com total saúde.

Revolta: surge quando os sintomas da primeira fase se intensificam. Tendem a apresentar atitudes de rebeldia e um constante questionamento de “por que comigo?”, fazem comparações com outras pessoas e um mau controle metabólico.

Barganha: nesta fase se faz pressente a busca de “processos mágicos” para garantir a cura, tais como “chás contra diabetes”, pílulas miraculosas”, “garrafadas” e simpatias, ou fazem o controle da doença de forma compulsiva. visando recompensa.

Aceitação: é uma transformação gradativa no comportamento, que gera conscientização e adaptação em relação à doença, levando a uma responsabilidade pelo seu estado geral.

Em todas estas fases, cabe ao profissional conscientizar o paciente e/ou a família a respeito desses fatores, no sentido de encaminhar o tratamento para um controle saudável.

Estas fases são dinâmicas, podendo ser alternadas, até a elaboração.

Observa-se, também, que a forma como os pais lidam com o diagnóstico acaba sendo determinante na aceitação da doença. Pais que se sentem muito ansiosos frente à doença acabam vivenciando inseguranças e angústia, e em função disto, tendem a agir com seus filhos de forma permissiva: às vezes o doce é permitido, como uma forma de compensar a ansiedade dos pais; ou, se o filho não quiser tomar insulina, por insegurança, os pais acabam aceitando as transgressões do tratamento. Com o passar do tempo, a criança vai percebendo que pode fazer “uso” do diabetes para a obtenção de coisas. Por exemplo, passar mal torna-se um meio de ter determinado carinho ou coisa material, e com isso, manipula os pais e as demais pessoas com a doença. Isto é o que se chama “ganho secundário da doença”. Por outro lado, se os pais tomam atitudes superprotetoras, acabam por impedir o filho de exercer atividades normais, o que gera muita insegurança.

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8 pensamentos sobre “Diabetes Infantil e suas fases emocionais

  1. Minha querida, tomei a liberdade de colocar o seu nome no post que acabei de escrever.
    Beijos

  2. Oi Nicole!
    Na minha caneta de insulina e não consigo da 0,5 UI, qual vc usa?
    Agora eu to corrigindo só quanda alta, pois ele estava dando muita hipo.
    Beijossss

  3. oi meu nome e victor não enho mas achei este texto muito importante para a saúde de quem tem para se cuidar e quem não tem para cuidar melhor ainda para não ter cuide-se

  4. 0i nicole meu filho tem apenas um ano e meio estou com dificuldade na alimentcao dele pode me ajudar obrigada

  5. Bom dia!

    Meu nome é Emilia e tenho um filho de 9 anos, que está com pré-diabete.
    Descobrimos em janeiro de 2011 em uma consulta com a pediatra que estranhou o aumento de peso dele.
    Fizemos o exame e constatou glicemia de 99.
    Desde então estamos tentando controlar com alimentação e exercícios físicos.
    Abaixou para 96, 94 de 6 em 6 meses é feito o exame.

    Mas neste final de semana, fizemos o exame de tira e constatou 102 em jejum.

    Preciso de uma ajuda de concientização dele.
    Preciso de algum lugar que me ajude a ensiná-lo a controlar o que come.

    Vi um site muito bo,m o ICD mas é no sul e sou de São Paulo.
    Fiquei sabendo do Fleury que tb tem campanha que acompanha e ensina.

    Preciso de uma indicação para algum centro que ensine sobre diabete infantil.
    Pois o ensinamento é diferente para adulto e criança.

    Muito Obrigada pela ajuda

    Emilia

    99337-2662

  6. Ei meu nome e Ingrid tenho 10 anos e tb sou Diabetica e achei o seu texo interessante e nesse texto vc pos realmente o que eo dia dia da criança Diabetica gostei muito.
    Beijos Ingrid!!!

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