Minha Filha Diabética

Uma vida mais doce após o diabetes tipo 1!

Matéria sobre Diabetes e um breve depoimento meu na revista O FLU do jornal O Fluminense #diabetesBR

1 comentário

É muito bom ver a mídia falando sobre diabetes. Melhor ainda seria se eles falassem sempre, não apenas quando se tem uma data em especial como O Dia Mundial do Diabetes . Ah, se o mundo fosse como gostaríamos, não?! O importante é falar! Sei que outros jornais e revistas falaram sobre o assunto mas darei um destaque para essa matéria da Revista O Flu do Jornal O Fluminense do Rio de Janeiro, pois a jornalista me procurou através do blog e publicou uma parte do depoimento que dei pra ela!

Diabetes Juvenil

Por: Thaila Frade 21/11/2010

Doença atinge mais de 10 milhões de pessoas no Brasil

Dados do Sistema de Monitoramento de Risco e Proteção para Doenças Crônicas Não Transmissíveis (Vigitel) revelam que existem mais de 10 milhões de pessoas portadoras de diabetes no Brasil. Dentro desta parcela, destaque para o diabetes Tipo 1 (DM1), que atinge crianças e jovens com menos de 35 anos e pode ser diagnosticada após os sintomas de sede e fome excessivas, náuseas e vômitos, dor abdominal, cansaço e fraqueza.

Considerada uma doença auto-imune é caracterizada pela destruição das células produtoras de insulina. A sua ação é uma resposta auto-imune, decorrente da falência do pâncreas que, não produzindo insulina natural necessária ao organismo, propicia a elevação das taxas de glicose no sangue acarretando complicações graves e progressivas. Sabe-se também que o desenvolvimento do diabetes pode ocorrer por uma causa externa como, por exemplo, uma perda emocional, uma característica do próprio organismo, ou uma agressão por determinados tipos de vírus.

“O sintoma mais clássico que os pais levam seus filhos ao consultório é o associado à sede e o aumento de idas ao banheiro. Alguns relatam o episódio de encontrar formigas no vaso, mas é importante frisar que alguns organismos manifestam o diabetes tipo 1 durante um quadro infeccioso”, explica o pediatra Alan Vieira.

O episódio das formigas foi parecido com o que aconteceu com a estudante Natália Borges, de 23 anos. Portadora de diabetes tipo 1 desde os 7 anos, a jovem destaca a importância de seguir as recomendações médicas.

“É importante se acostumar a fazer refeições nos horários certos, o que precisa ser respeitado por quem toma insulina. Hoje em dia, quando quero fazer alguma modificação na minha dieta, sei como me programar. E, mesmo assim, não costuma valer a pena”, avalia Natália.

A alimentação é um dos segredos do bom convívio do paciente com sua condição de diabético.

“Já não se aplica mais o corte de carboidratos. O que se indica aos pacientes é a contagem das calorias, que pode ser variante, já que é preciso conciliar com o tipo de insulina que é aplicada, e a atividade física que se pratica”, esclarece o pediatra.

O descuido com a dieta e as atividades físicas é um dos episódios que a jornalista Juliana Henriques, 24, prefere esquecer: “Fui salva por 20 minutos, fiquei um dia na UTI e oito dias internada. Os problemas do diabetes aconteceram depois de dois anos que deixei de me alimentar e me exercitar. Foi um susto que serviu de alerta para que eu voltasse a me cuidar”, lembra a jovem.

Mães compartilham suas experiências

Mãe da pequena Maria Vittoria, de 7 anos, Nicole Lagonegro colocou no ar, há pouco mais de um ano, o blog Minha Filha Diabética (minhafilhadiabetica.wordpress.com). Assim como outras mães, ela compartilha na grande rede as dificuldades, descobertas e experiências em ter uma filha com diabetes. Quando descobriu a doença da Vittoria, a família morava em Iturama, no Triângulo Mineiro, e após diversas dificuldades com médicos especializados e insulina, mudou-se para São Paulo.

Para lidar com uma criança de 5 anos cheia de questionamentos, Nicole procurou por livros e se preparou para responder as dúvidas que a filha pudesse ter.

“As perguntas no começo são mais complicadas porque envolvem questionamentos sobre porque ela tem diabetes. Nós, pais, precisamos responder a essas perguntas de uma maneira que não provoque reações negativas”, explica.

Para os pais, a blogueira aconselha: “Os pais precisam chorar sim, mas por um período curto e aceitar o diabetes e procurar a melhor maneira de conviver com isso. O difícil de tudo isso, também, é que somos exemplos, então a mudança para uma vida mais saudável deve partir de nós”.

O FLUMINENSE

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Um pensamento sobre “Matéria sobre Diabetes e um breve depoimento meu na revista O FLU do jornal O Fluminense #diabetesBR

  1. Oi…
    Show a materia…
    Vamos divulgarr..
    Beijão
    Boa semana

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